Estudos

Outra medida que está estabelecida no padrão é a do tronco (do peito às nádegas), que deve ser 10% mais comprido que a medida de altura do animal na cernelha.

Combinando-se as duas referencias, temos medidas bastante peculiares, que se observadas, podem evitar distorções funcionais e do padrão.

Animais nanicos, animais pernaltas, ou animais quadrados e com excesso do tórax devem ser descartados das criações.

Assim como para o Aspecto Geral do animal, para a Cabeça, o padrão já estabelece determinadas medidas proporcional entre partes, que podem – e devem – orientar criadores e juízes.

 

 

“O comprimento do focinho deve igualar-se ao do crânio”. Item que deve ser revisto, a meu ver, pois não condiz com a realidade. O focinho é levemente mais curto nos exemplares definidamente molossóides (como afirma o padrão original da raça).

A profundidade (tamanho do lábio superior) não deve ultrapassar o comprimento do focinho. O que é correto, embora a maioria dos clubes não obedeçam.

Visto de lado, o lábio desce em perpendicular ao osso nasal (nunca oblíquo).

As linhas pontilhadas no desenho mostram paralelas e perpendiculares imaginárias que facilitam a visualização do correto, inclusive uma boa implantação de orelhas – um pouco abaixo da linha dos olhos é admissível, mas nunca muito abaixo.