Estudos


Bronze e Leo II da Jaguara Filas and Fazendas – Ines Van Damme

 

Vê-se acima, uma fotografia de dois cães da linhagem Jaguara, das primeiras gerações desta criação, com origem direta nos cães de fazenda que constituíram as bases do canil.

Ao lado, uma fotografia de uma cadela com origem Caramonã/Porto Alegre (linhagem direta de fazenda), nascida mais de 40 anos depois daqueles.

Comparando-se as imagens, percebe-se que é possível preservar as características originais. Muitos não gostam deste tipo, acostumados que estão às modernas linhagens.

Vê-se aí a cabeça em formato de pêra, lábios profundos, mas de tamanho moderado, poderosas mandíbulas e o focinho largo, ocupando grande parte do maxilar superior.

Alterações já se notam na maioria dos criatórios de todos os planteis de clubes de criação de Fila Brasileiro, induzidas pela mão humana em função da estética, aumentando-lhe couro, alterando implantação de orelhas, acrescentando mais profundidade ao focinho, etc. Cabe a nós refletirmos até que ponto se pode alterar uma raça como o Fila. Com certeza, o Padrão Original deve permanecer como referencia, e distanciar dele o mínimo possível garante uma margem de segurança contra distorções absurdas como alguns casos que temos visto