Estudos

Cabeça em vista Lateral

Sempre grande e pesada em relação ao corpo, de aspecto quadrado e maciço, tipicamente braquicéfala.

Crânio grande e largo, estreitando um tanto abruptamente, ao iniciar-se o focinho.

Importante para se identificar um Fila Original, ainda na cabeça, são as orelhas. Em consonância com o tipo molossoide, as orelhas devem ser “de molosso”, largas na base, formando um triangulo ao meio, em formato de V. Portanto, orelhas em formato muito alongadas, muito baixas e muito pendentes, denotam uma influencia exagerada de cães de caça na genética de alguns exemplares. O que deve ser observado com cautela e nunca incentivado pelos juízes.

 

Acima, fotos de cabeças, Xalana do Caramonã e Zôrra do Caramonã (2010)

Diz o texto original:

Depressão frontal (stop) visto de frente, é praticamente inexistente, continuando em sulco, que se estende longitudinalmente até mais ou menos a metade do crânio.

De perfil a depressão frontal é bastante nítida, formada que é pelas arcadas superciliares.

“Focinho forte, largo, mais curto do que o crânio, mas sempre em harmonia com este. De grande profundidade em toda a extensão, terminando em linha quase perpendicular.” O negrito é nosso, para chamar a atenção ao tamanho do focinho e formato dos lábios, detalhes que muito bem observa o Padrão Original, e que permitem diferenciar o correto do indesejável.

Observe-se que ao terminar (ponta do lábio), o focinho segue para a raiz em linha quase paralela ao osso nasal, proporcionando a expressão típica do Fila, que sem os excessos vistos hoje com freqüência, confere um aspecto suave, ao mesmo tempo grave e sereno, sem “ar” de apatia.

A imagem do ideal deve estar bem gravada na mente do criador! Então devemos buscá-la avidamente.